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Resumo: O Melhor de Peter Drucker: O homem - 17 "A Pessoa Instruída"



"O conhecimento não é impessoal, como dinheiro, Não reside em um livro, um banco de dados, um programa de software; estes contem apenas informações. O conhecimento está sempre incorporado em uma pessoa."



Portanto, a mudança para sociedade liga ao conhecimento está diretamente associada a colocar a pessoa no centro. Acarretando novos desafios, novas questões, novas perguntas, sem precedentes sobre o representante da sociedade baseada no conhecimento, a pessoa instruída. A pessoa instruída é o emblema da sociedade; o simbolo da sociedade.
"A pessoa instruída agora é importante"
 Nos últimos anos grandes debates vem ocorrendo entre os acadêmicos norte-americanos a respeito da pessoa instruída. Algumas questões são levantadas como "De haver alguém instruído?" Poderia existir alguém instruído?"  "O que deve ser considerado "instrução"?"

Alguns grupos opositores de pós-marxistas, feministas radicais e outros argumenta que não pode existir uma pessoa instruída. Essa é posição dos "desconstrutivistas". Outros afirmam que pode haver pessoas instruídas com cada povo da sua "minoria" exigir sua própria cultura. DRUCKER acredita que essa seja uma posição de isolacionismo. DRUCKER também desacredita daqueles que defendem uma visão humanística, voltada ao seculo XIX.

A sociedade baseada no conhecimento deve ter em seu centro o conceito de pessoa instruída, deve ser um conceito universal, porque a sociedade baseada em conhecimento é uma sociedade de conhecimento global.
"A Sociedade pós-capitalista exige uma força unificadora. Requer um grupo de liderança que possa focalizar tradições locais, particulares, distintas dentro de um compromisso comum com valores de um conceito comum de excelência, e de respeito mútuo". 
Precisa de um tipo de pessoa instruída que seja capaz de usar seu conhecimento como suporte presente para decidir o futuro. Essa capacidade não é valorizada pelos humanistas.

A Sociedade do conhecimento e a sicidade da organização 


"A Sociedade pós-capitalista baseia-se tanto na sociedade do conhecimento quanto na sociedade das organizações"
Uma depende da outra, porém uma é bem diferente da outra em seus conceitos, visões e valores. A maioria das pessoas instruídas, praticará seus conhecimentos como membros de uma organização. E deverá estar preparada para vive e trabalhar ao mesmo tempo em duas culturas - a Intelectual, do homem do conhecimento, que se concentra nas palavras e nas ideias e a do "gerente" que se concentra nas pessoas e no trabalho.
Os intelectuais veem a organização como ferramenta. Os gerentes veem o conhecimento como meio para atingir um fim. São opostos que mantem um relacionamento polarizado e não contraditório. Eles precisam um do outro.
"Todas pessoas instruídas na sociedade pós-capitalistas terão de estar preparadas para entender ambas as culturas" 

Technes e a pessoa instruída


Para os intelectuais do seculo XIX, technes não era conhecimento, não fazia parte da cultura humanísticas, assim não fazia parte do conhecimento. Mesmo que já ensinadas nas universidades. Os diplomas de tecnhes existem a muito tempo na Europa, tanto o diploma de direito quanto de medicina datam do seculo XIII.
Foras dos escritórios os praticantes technes não falavam sobre seu trabalho e nem mesmo sobre suas disciplinas, era considerado conversa de "oficina" ridicularizado na época.
Porém atualmente Technes  é um conhecimento plural, precisam ser integrado ao conhecimento.


Fazer dos conhecimentos um atalho para o conhecimento. 

Sem esse entendimento, os próprios conhecimentos se tornarão estereis 
Não existe o "rei do conhecimento" todos os conhecimentos são valiosos, todos eles levam igualmente a verdade. É de responsabilidade dos homens e mulheres que possuem esse conhecimento fazes deles os caminhos para a verdade, para o conhecimento.

DRUCKER, Peter. O melhor de Peter Drucker: O homem. São Paulo: Nobel,2001.

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